• slot resmi
  • bos288
  • bos288
  • bos288
  • bos288
  • bos288
  • bos288
  • bos288
  • bos288
  • raja168
  • raja168
  • raja168
  • raja168
  • raja168
  • raja168
  • raja168
  • raja168
  • raja168
  • raja168
  • raja168
  • raja168
  • dewirp
  • dewirp
  • dewirp
  • dewirp
  • dewirp
  • dewirp
  • dewirp
  • dewirp
  • dewirp
  • nagarp
  • nagarp
  • nagarp
  • nagarp
  • nagarp
  • nagarp
  • nagarp
  • nagarp
  • nagarp
  • nagarp
  • nagarp
  • nagarp
  • rodarp
  • rodarp
  • rodarp
  • rodarp
  • rodarp
  • rodarp
  • rodarp
  • rodarp
  • agenrp
  • agenrp
  • agenrp
  • agenrp
  • agenrp
  • agenrp
  • agenrp
  • agenrp
  • slot gacor
  • slot gacor
  • slot gacor
  • slot gacor
  • slot gacor
  • slot gacor
  • slot gacor
  • slot gacor
  • slot88
  • raja168
  • agenrp
  • slot gacor
  • nagarp
  • rodarp
  • rodarp
  • agenrp
  • raja168
  • fijislot
  • emas288
  • bos288
  • raja168
  • bos288
  • raja168
  • raja168
  • raja168
  • raja168
  • raja168
  • raja168
  • raja168
  • raja168
  • raja168
  • raja168
  • emas288
  • agenrp
  • agenrp
  • bos288
  • bos288
  • bos288
  • Línguas indígenas da Amazônia: uma diversidade ameaçada

    Marina Mello de Menezes Felix de Souza,
    Hugo Bertha Bastos

    Resumo

    Em meio a uma pandemia mundial gerada pela proliferação da Covid-19, o Professor Doutor José Ribamar Bessa Freire pensa a vulnerabilidade histórica das comunidades indígenas e a importância de pensarmos as glotopolíticas brasileiras. Dessa forma, por meio de um panorama histórico, Freire nos faz refletir sobre as decisões político-linguísticas estimuladas pela Coroa Portuguesa e no quanto elas se encontravam intimamente ligadas à interesses geopolíticos e econômicos. No passado, tais decisões governamentais alteram o destino de diversas línguas e culturas, desencadeando processos de deslocamentos linguísticos que culminaram no seu completo desaparecimento. Assim, a fala de Freire suscita a necessidade do debate acerca dos interesses envolvidos em se estabelecer políticas prejudiciais aos povos autóctones, do futuro da diversidade linguística brasileira e do impacto de recentes negligências governamentais.

    Referências

    BLANCHET, P. La politisation des langues régionales en France. Langues et territoires. Revue Hérodote, n° 105, 85-101. Paris: La Décou-verte, 2002.

    BOLSONARO sanciona com vetos lei para proteger indígenas durante a pandemia. Agência Senado, Distrito Federal, 08 julho 2020. Disponível em: https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2020/07/08/bolsonaro-sanciona-com-vetos-lei-para-proteger-indigenas-durante-pandemia. Acesso em: 08 jul 2020.

    BRASIL. Lei nº 14.021, de 10 de janeiro de 2002. Dispõe sobre medidas de proteção social para prevenção do contágio e da disseminação da Covid-19 nos territórios indígenas[...]. Diário Oficial da União: seção 1, p.1. Brasília, DF, n. 129, Atos do Poder Legislativo.

    CHRISTOPHER, Moseley (Ed). Projeto UNESCO: Atlas das Línguas em Risco no Mundo. 3.ed. Paris: UNESCO, 2011. Versão online disponí-vel em: http://www.unesco.org/culture/en/endangeredlanguages/atlas

    FREIRE, José Ribamar Bessa. Rio Babel: a história das línguas na Amazônia. 2. ed. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2004.

    LÍNGUAS indígenas, línguas ameaçadas. Conferência apresentada por José Ribamar Bessa Freire [s.l., s.n], 2020. 1 vídeo (1h44m15s). Pu-blicado pelo canal da Associação Brasileira de Linguística. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=aBn8HfXjwIo&list=PLwgcPOZa6EHspTBGHNIHKMAN3ChzWeSf5&index=2&t=2310s Acesso em: 6 jul 2020