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  • A influência do plurilinguismo na L1 – ou por que o padrão monolíngue já não se aplica

    Marina Grilli

    Resumo

    Esta palestra apresenta razões pelas quais deveríamos descartar dicotomias tradicionais na pesquisa em Linguística, como monolíngue versus plurilíngue, nativo versus não-nativo, inato versus aprendido, fatores biológicos versus culturais. Argumenta-se que, em vez disso, deveríamos entender o plurilinguismo como um continuum, indo do menos plurilíngue ao mais plurilíngue. A razão para tanto é que o monolinguismo tem se tornado cada vez mais raro, pois cada vez mais pessoas aprender outras línguas ou são simplesmente expostas ao multilinguismo em sociedade. Consequentemente, o plurilinguismo é considerado aqui de modo amplo, enquanto sinônimo da capacidade de lidar com mais de uma língua em qualquer idade, e não apenas desde o nascimento. A conferencista conclui, novamente, que não faz sentido tomar o falante nativo como modelo a ser seguido pelo aprendiz de uma língua.

    Referências

    THE ‘Native Monolingual Standard’ In Language Research (and Why It’s a Problem). Conferência apresentada por Antonella Sorace [s.l., s.n], 2020. 1 vídeo (1h32min10s). Publicado pelo canal da Associação Brasileira de Linguística. Disponível em: https://youtu.be/PpSi0lSSlSc. Acesso em: 7 jul. 2020.

    CANAGARAJAH, S. Translingual Practices and Neoliberal Policies. Attitudes and Strategies of African Skilled Migrants in Anglophone Workplaces. Springer, 2017.

    MIGNOLO, W. The Darker Side of Western Modernity. Durham/London: Duke University Press, 2011.