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  • Discurso e biopolítica: subjetividades e resistências

    Jaqueline Nascimento da Silva Reis,
    Luiz Pedro Pereira,
    Marina Mello de Menezes Felix de Souza

    Resumo

    Com o intuito de problematizar as relações entre o discurso e a biopolítica, a mesa Discurso, Corpo, Biopolítica: as relações entre o discurso e a biopolítica, composta pelos professores doutores Atilio Butturi Junior, Maria de Fátima Lima Santos e Bruno Franceschini, mediada por Jair Zandoná, propôs uma jornada densamente qualificada nos conceitos de biopoder, biopolítica, necropolítica, subjetivação, resistências e persistências em torno da vida. Dividida em três momentos, a primeira intervenção da mesa-redonda foi proferida pelo professor Atilio Butturi, intitulada Tecnobiocuir. Em seguida, Fátima Lima dissertou um texto de sua autoria sobre Bio-necropolítica(s), contracolonialidade(s) e o dia seguinte. Por fim, houve a exposição de Bruno Franceschini, apresentando sobre Discurso, corpo e biopolítica: pink money e a cena artística LGBTQ+ brasileira. Essa tríade pautada na diversidade, marca um momento reflexivo com debates atuais de assujeitamentos de populações, corpos, subjetivações, tendo como terreno o uso do dispositivo da linguagem.

    Referências

    APPLE, M.W. Educando à Direita: mercados, padrões, Deus e desigualdade. Tradução de Dinah de Abreu de Azevedo. São Paulo: Cortez - Instituto Paulo Freire, 2003.

    DISCURSO, CORPO, BIOPOLÍTICA. Mesa-redonda apresentada por Atilio Butturi Junior, Fátima Lima e Bruno Franceschini [s.l., s.n], 2020, 1 vídeo (2h 15min 15s). Publicado pelo canal da Associação Brasileira de Linguística. Disponível em: https://youtu.be/hTIfOwOx02A. Acesso em: 06 jun. 2020.

    LAZZARATO, M. As revoluções do capitalismo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2006.

    MBEMBE, A. Necropolítica. Arte & Ensaios. Rio de Janeiro, 2016. n. 32. p. 123-151, 2016. Disponível em: https://revistas.ufrj.br/index.php/ae/article/view/8993/7169. Acesso em: 07 jun. 2020.

    PELÚCIO, L.; MISKOLCI, R. A prevenção do desvio: o dispositivo da aids e a repatologização das sexualidades dissidentes. Sexualidad, Salud y Sociedad - Revista Latinoamericana, n. 1, p. 125-157, 2009.

    PERLONGHER, N. O que é AIDS. 2.ed. São Paulo: Brasiliense, 1987.

    PRECIADO, P. B. Testo Yonqui. Madrid: Espasa, 2008.