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  • Education for Global Citizenship and Internationalization: a narrative review focusing on discourses, ideologies, and hegemonic disputes

    Barbara Cortat Simoneli,
    Kyria Finardi

    Abstract

    This article presents a narrative review of Global Citizenship Education (GCE) and the internationalization of education, analyzing how discourses, ideologies, and hegemonic disputes shape educational policies and practices. Drawing on the theoretical perspectives of Bakhtin and Gramsci, the study investigates how international organizations (IOs) and educational institutions mobilize GCE both as a discourse of justice, diversity, and sustainability and as a strategy aligned with neoliberal and Eurocentric logics. The method adopted in this study is a narrative review, conducted through the selection and analysis of five journal articles and one book chapter. The analysis reveals two central lines: one emphasizing competitiveness, rankings, and employability, and another centered on values of social justice, equity, and critical global citizenship. Although the latter is often shaped by hegemonic forces, it also opens space for counter-hegemonic practices, particularly when grounded in Southern epistemologies, decolonial approaches, and pedagogical projects inspired, for example, by Freirean critical consciousness. The findings indicate that internationalization and GCE, when critically and contextually implemented, can reinforce each other in the formation of global citizens committed to justice, plurality, and sustainability. The article concludes by emphasizing the need for pedagogical practices that resist homogenization, value marginalized knowledges, and transform educational institutions into spaces of counter-hegemony—that is, spaces of dialogue, resistance, and social transformation.

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