Resumo

No presente texto, vamos apresentar uma dificuldade em relação a se empregar o cálculo de predicados de primeira ordem como modelo para a interpretação dos nomes próprios. A principal dificuldade reside na exigência de que as constantes individuais (a contraparte lógica associada aos nomes próprios) designem, numa mesma estrutura, exclusivamente um único indivíduo. A alternativa de se postular estruturas diferentes para cada uma das referências das constantes individuais (ou dos nomes próprios) também não resolve o problema, como se demonstrará aqui. A solução apresentada aqui é a da postulação de uma semântica dinâmica também para as estruturas (e não apenas para as atribuições de valores às variáveis, como normalmente ocorre na maioria dos sistemas da Semântica Dinâmica).