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  • Agenda 2030: inclusion and bilingual education for/with deaf people

    Valéria Campos Muniz,
    Danielle Cristina Mendes Pereira Ramos,
    Adriana Lúcia de Escobar Chaves de Barros

    Abstract

    This article aims to critically discuss the reflection on the national inclusion policy aimed at bilingual education for the deaf, having linguistic citizenship as an ethical horizon (Stroud et al., 2020) and the principles of the UN 2030 Agenda. By recognizing linguistic diversity as one of the foundations of social justice (Santos, 2019), we seek to problematize the historical impacts of the colonization of language, which has historically silenced voices and restricted plural ways of existing and expressing oneself. In this path, Decree 5.626/05 stands out as a relevant milestone, whose advances and limits allow us to understand deafness not as a disability, but as a legitimate expression of other forms of language and culture. However, considering that formally recognized rights are not, in themselves, a guarantee of concrete transformation, we defend the urgency of a decolonial and critical education (Mignolo, 2017), guided by inclusive and emancipatory language policies and pedagogical practices. We propose, based on a theoretical-critical analysis, a bilingual educational perspective aligned with SDGs 4 and 10 of the 2030 Agenda, in which Libras is valued as a first language, in articulation with written Portuguese, strengthening the role of deaf subjects in the decision-making and pedagogical processes of learning spaces. From this perspective, bilingual education of/with deaf people becomes an act of justice, capable of addressing historical inequalities and broadening the horizons of participation.

    References

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