• slot resmi
  • bos288
  • bos288
  • bos288
  • bos288
  • bos288
  • bos288
  • bos288
  • bos288
  • raja168
  • raja168
  • raja168
  • raja168
  • raja168
  • raja168
  • raja168
  • raja168
  • raja168
  • raja168
  • raja168
  • raja168
  • dewirp
  • dewirp
  • dewirp
  • dewirp
  • dewirp
  • dewirp
  • dewirp
  • dewirp
  • dewirp
  • nagarp
  • nagarp
  • nagarp
  • nagarp
  • nagarp
  • nagarp
  • nagarp
  • nagarp
  • nagarp
  • nagarp
  • nagarp
  • nagarp
  • rodarp
  • rodarp
  • rodarp
  • rodarp
  • rodarp
  • rodarp
  • rodarp
  • rodarp
  • agenrp
  • agenrp
  • agenrp
  • agenrp
  • agenrp
  • agenrp
  • agenrp
  • agenrp
  • slot gacor
  • slot gacor
  • slot gacor
  • slot gacor
  • slot gacor
  • slot gacor
  • slot gacor
  • slot gacor
  • slot88
  • raja168
  • agenrp
  • slot gacor
  • nagarp
  • rodarp
  • rodarp
  • agenrp
  • raja168
  • fijislot
  • emas288
  • bos288
  • raja168
  • bos288
  • raja168
  • raja168
  • raja168
  • raja168
  • raja168
  • raja168
  • raja168
  • raja168
  • raja168
  • raja168
  • emas288
  • agenrp
  • agenrp
  • bos288
  • bos288
  • bos288
  • A questão da língua brasileira e o despontar do linguista Gladstone Chaves de Μelo

    Saul Cabral Gomes JÚNIOR

    Resumo

    Este trabalho, inserido no âmbito da Historiografia Linguística, visa a relacionar a questão da língua brasileira com o contexto histórico-epistemológico em que se inicia a produção metalinguística de Gladstone Chaves de Melo. A fundamentação teórica tem como base a noção de horizonte de retrospecção, estabelecida por Auroux (2006), e, sempre que o material de estudo o permite, faz-se uso da noção de formação discursiva, elaborada por Foucault (1969). Comprova-se que Chaves de Μelo aderiu ao clima de opinião vigente em seu tempo e se opôs à ideia de “língua brasileira”. Conclui-se que Μelo dedicou-se a conservar os laços linguísticos entre Brasil e Portugal, porque identificava nesses vínculos a norma exemplar.