Resumo

O presente artigo investiga o reconhecimento ou não do dialeto de Curitiba (Paraná) a partir de dois testes de percepção – um de identificação e outro de discriminação. Primeiramente gravamos dois curitibanos e depois outros 20 curitibanos julgaram se os enunciados destes dois primeiros informantes seriam reconhecidos como do falar de Curitiba, em contraste (ou não) com variedades catarinenses. Os resultados revelaram que o teste de discriminação se mostrou mais difícil aos ouvintes do que o teste de identificação.